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miércoles, 21 de noviembre de 2012

Brincar: treinar para a vida adulta... independientemente do sexo

Brincar é imitar. Brincar é treino para a vida adulta. Filhotes de leão brincam de briguinhas entre eles para treinar futuras lutas territoriais, por presas ou pela fêmea em questão, quando adultos. E brincam de caçar borboletas para, quando forem grandes, caçar bichos maiores. Quem já teve um filhotinho em casa (cachorro, gato...) bem sabe que eles vivem brincando. Brincam para se preparar para a vida adulta.

Os nossos filhotes humanos, da mesma forma, brincam por imitação do mundo adulto. Assim eles compreendem este nosso mundo, o asimilam e se preparam para agir nele. Eles nos imitam a nós, pais e mães, professora, padeiro, garçom e pediatra. Brincam. Asimilam. Compreendem. Treinam. Imitam. Criam. Se educam para serem adultos. Eles não brincam apenas "para se divertirem com alguma coisa enquanto eu preparo o jantar". Brincar é muito mais do que passar o tempo de alguma forma. Tem uma função básica na vida das crianças.

Crianças que não brincam adoecem, física e emocionalmente. Valha também o chamado de atenção para o exceso de TV nas nossas vidas.

Daí chega o menininho de dois anos que adora empurrar o carrinho da boneca da prima, e alguém chega e corta as asas dele: "Isso é de menina, moleque!". A prima, coitada, também não poderá entrar no campo para chutar a bola daqui a uns anos, no aniversário do primo: "Onde você pensa que vai menininha? Aí você se machuca!". Pronto, cada um já sabe qual "é" o seu lugar neste mundo.

Alicia adora os carrinhos
Se não deixamos brincar os meninos com bonecas, como pretendemos que sejam futuros pais carihosos e atentos, se eles foram proibidos de treinar isso? Se as panelinhas foram restritas só para a menina da casa, como eles vão desfrutar cozinhando um prato gostoso amanhã? Claro que vão coneguir sê-lo se é o desejo deles, mas provavelmente se sintam muito mais perdidos nesses papeis que lhes toca aprender agora, tarde demais, sem ter passado pelo treino emocional tão importante para asimilar ações adultas que é o brincar. O que e faz de criança fica asimilado para a vida adulta. O que aprendemos de adultos... o que aprendemos de adultos é forçado com maior o menor suceso, mas sem duvida não resulta tão natural e facil quanto o que já foi asimilado de criança. Pensem, como exemplo, no aprendizado de línguas.

Se insistimos em separar os carrinhos só para o irmão, como pretendemos que a mulher de amanhã consiga se virar na estrada para chegar naquela rua perdida, ou pior, se o pneu furar? Se vira, claro que se vira, mas se sente confortavel nessas ações ou sente que não lhe correspondem?

Você, mulher, só cuida da casa e dos filhos? De verdade? Pense bem antes de responder...

Você, homem, é um mero fornecedor econômico em casa? Você não embala o seu bebê, nõ o abraça amorosamente? Então por que um menino não pode embalar o boneco, dar banho nele e empurrar o seu carrinho?

Sim, acredito na diferença de sexos e gosto dela.

Não, não pretendo igualar homem e mulher porque não somos iguais, nem física nem emocionalmente.

Permitamos brincar livremente aos nossos filhos. Não cortemos as asas deles, nem as direcionemos dando só certo tipo de presentes. Estaremos lhes dando um grande presente para o futuro.

O Natal está chegando... talvez seria bom dar uma pensadinha não sexista antes de fazer certas compras.

Aliás, os filhotes -meninos e meninas!!- da Tribo MamaÉ terão, a partir de 2013, slings apropriados ao tamanho deles e dos bonequinhos preferidos, para imitarem o papai e a mamãe que carregam o irmãozinho no sling :)

-Grata a minha querida professora de Psicodrama, Julia Motta, que tanto insistiu em reforçar a importáncia do brincar-

Elena de Regoyos
Proibida a reprodução sem autorização

domingo, 18 de noviembre de 2012

Que que tem na teta da mamãe? Vamos criar e cantar!

Andava hoje passeando no solzinho presenteando Alicia com uma música que me vinha à cabeça espontáneamente e pensei... Por que não presentear todos os filhotes da Tribo com uma música criada por todas as mamães, autoria múltipla?

E daí surgiu uma idéia além, uma grata surpresa que ainda prefiro reservar guardadinha, com a que presentear todas vocês

Então, vamos criar!!

"Que que tem na teta da mamãe?"

Tem tanta coisa, né mamães? Bem sabemos que teta não é só alimento... Vamos lá!

Que que tem na teta da mamãe?
 
Será que tem meu leitinho
Será que tem um carinho
...

Continuem criando!

Deixem as suas frases nos comentários do post, ou enviem por correio para mamaedoula@gmail.com, e aguardem pela surpresa prometida!

--

Obrigada por suas contribuições! Escolhendo palavras e rimas dentre as suas aportações, pensando na facil compreensão das crianças e na adequação à futura surpresa que estamos preparando, o texto ficou assim...
 
Que que tem na teta da mamãe?
 
Que que tem na teta da mamãe?
Será que tem sobremesa? - Bolo de príncipe e princesa
Será que tem pomadinha? – Já passou o dodói na barriguinha
Que que tem na teta da mamãe?
Será que tem edredom? – feito de pele e coração
Será que tem validade? - Só vence a nossa saudade
Que que tem na teta da mamãe?
Será que tem vitamina? - Suco de morango e tangerina
Será que tem sossego? – Depois do dia o melhor aconchego
Que que tem na teta da mamãe?
Será que tem meu papai? – Abraça, cuida e daqui não sai
Será que tem canção? – Proteção que até espanta dragão
Que que tem na teta da mamãe?
Será que tem brincadeiras? – Pode ser também a noite inteira
Será que tem travesseiro? – Se tem Tetê eu durmo igual carneiro
Que que tem na teta da mamãe?
Será que tem colinho? - Sempre me embala com carinho
E mesmo morrendo de calor – sempre é uma explosão de amor
Que que tem na teta da mamãe?
Teta tem de tudo o que eu preciso – alimento, amor, remédio, tudo isso...
Inclusive a mamãe!!
Aguardem a surpresa!

lunes, 22 de octubre de 2012

Cinco dicas para você não perder a confiança na sua capacidades de amamentar durante as crises de crescimento

Sabemos que ao longo do aleitamento materno acontecem constantes mudanças tanto na demanda do bebê quanto na produção de leite da mãe. Se levamos a serio a livre demanda, mas livre demanda de verdade, estas mudanças não tem por que prejudicar a nossa amamentação, senão pelo contrário, son sinais de que ela está funcionando perfeitamente bem.

Por volta dos três meses do bebê acontece, eu diria, a mais importante ou asustadora crise de crescimento ou de amamentação. Um ótimo momento para testar qual é o grau de confiança que temos na nossa capacidade de amamentar. Aí vão 5 dicas para você reconhecer os sinais e, se não o estava fazendo, voltar a CONFIAR em você.

1. Que o seu peito agora esteja "murcho" sendo que antes parecia uma melancia madura, não quer dizer que você agora já não tenha leite. Nem sequer indica que tenha "menos leite". Significa, apenas, que por motivos hormonais esse hinchaço inicial da amamentação já passou, e também que a produção se adequou melhor à demanda do seu filho. Confie!

2. Que o seu bebê demore menos da metade do que antes ficava pendurado na teta em cada mamada não quer dizer que agora você tenha menos da metade de leite, senão que ele já tem mais do dobro de força e técnica para extrair o seu leite. Confie.

3. Que os discos absorventes ou concha para o leite que jorra do seu peito já sejam coisa do passado  porque você não suja mais sutiãs ou camisetas não quer dizer que já não tenha leite dentro. Quer dizer, simplesmente, que ele já não jorra mais. De novo é uma questão de adequação. Algumas mães nunca jorraram, outras param de fazê-lo em poucos meses e outras demoram mais de um ano! Mas nada a ver com a quantidade de leite dentro da mama. Confie.

4. Que o seu bebê demande mamar a cada 10 minutos (por exemplo) não quer dizer que você já não tenha leite e ele esteja com fome. É um indicativo de que ele está te estimulando com maior frequencia para lograr uma maior produção, porque ele está crescendo e precisa de mais. Em poucos dias vai se estabilizar. Se você da uma mamadeira de leite de fórmula achando que era fome, e pensa que "estava certa" vendo como ele se acalmou na hora, irão ser um monte de sugadas na mamadeira que ele vai deixar de estimular no seu peito, lhe impedindo de receber a mensagem de qual é o aumento de produção de leite que o seu bebê está demandando. Daí entra num círculo vicioso de "não estimulação" - "não produção" do qual não vai sair sem confiança no seu corpo e na sua capacidade de amamentar. Mas pode sair. Confie.

5. Que o seu filho viva agora brigando com o peito, puxando o bico, te mordendo e se mostrando irritado quando trata de mamar não indica que você não tenha leite. É mais um sinal do ponto explicado anteriormente. Se até agora ele conseguiu estimular adequadamente para conseguir o leite necessário, basta você continuar confiando nele e apostando pela livre demanda para a coisa continuar funcionando bem como até agora. Confie!

Está fantando algum sinal? Perguntem que respondo!

--

E vamos lá adicionando outros pontos mencionados por leitoras:

6. Que o seu filho "ainda" não durma a noite toda e acorde várias vezes (inclusive mais do que antes!) querendo mamar não quer dizer que o seu leite não o satisfaga o suficiente. O seu filho, com certeza, ainda está desenvolvendo os ritmos circadianos, o que geralmente demora vários anos em terminar de acontecer, mesmo tendo alguns bebês que dormem a noite toda, seja por desenvolvimento rápido ou por resignação ante a falta de atenção dos pais.

7. Que ele "esteja engordando menos" não indica que o seu leite já não lhe alimente, senão que as curvas de crescimento são isso, curvas, e não retas (como o Carlos González bem explica) e que o seu filho, por sorte, não vai continuar engordando ao mesmo ritmo eternamente. Os percentis também não são algo fixo.

Elena de Regoyos
Proibida a reprodução sem autorização

sábado, 20 de octubre de 2012

A vueltas con el chupete, "que si sí, que si no", y una vez más, la culpa

Si hay algo en esta tercera maternidad que estoy viviendo que me tiene loca es el puñetero chupete. Que sí, que estoy a estas alturas ya muy segura de lo que hago y de por qué lo hago, pero el chupete es como una piedra en el zapato que no deja de pinchar, oyes, ¡incluso siete meses después del parto!

Vamos a ver, con mi primer hijo usé chupete porque sí, porque era parte del pack completo, como tantas otras cosas que mi pobre Paulo tuvo que aguantar, y yo que trabajar después en autoterapia, aunque el chupete no fuera nada grave. Las hubo bastante más peligrosas.

Con el segundo, más informada y empoderada yo ya, y lanzada al mundo de la naturalidad tras mi recién estrenado parto domiciliar, no quise usarlo, pero algo antes de que completara un mes acabé cediendo, y después explicaré por qué.

Ahora con la tercera ni siquiera tenía uno (bueno, sí, uno viejo sin estrenar de cuando Adriano). A estas alturas del partido y de mi vida y sabiduría como madre, chupete iba a necesitar yo o uno de mis hijos, venga ya hombre.

La cruda realidad


Mis hijos no han sido nunca ninguno de "chupetar" teta (este verbo se usa en portugués para aludir al acto de usar la teta de chupete). Ellos eran de tragar hasta no poder más en pocos minutos, y después a otra cosa mariposa. Quizás también influyera mi poderoso reflejo de eyección, que hace que sea prácticamente imposible "chupetar" sin que salga un buen chorro de leche. Y claro, cuando uno ya está más que saciado y sólo busca el consuelo de la succión por mero placer oral, para adormecerse con gustirrinín, eso de que le salga un manguerazo de leche sienta a cuerno quemado.

Por eso acabé cediendo al chupete con Adriano, no sin un gran sentimiento de culpa por estar usando un trozo de silicona en lugar de una buena teta de carne y leche para consolar a mi hijo, como naturalmente se espera. Él mamaba, se saciaba, y luego quería succionar, succionar sin tragar. Se enganchaba a la teta, chorro de leche directo a la garganta y claro, cabreo al canto. Lloraba como un descosido el pobre, repitiendo esta maniobra una y otra vez. Y yo, erre que erre con que se calmara con la teta.

Un buen día -no sin cierta presión de la abuela- cedí al chupete y oye, ver a mi niño tan relajado y agusto me convenció. Tampoco era cuestión de hacerle sufrir al pobre por una cabezonería ultra naturista mía. Tampoco conocía y/o supe hacer uso de otras estrategias, má que cantarle, acunarle en brazos o hablarle con todo mi amor. Desde entonces, y ya como asesora de lactancia, siempre he aconsejado a las madres que me preguntaban pro este tema, que si querían usar chupete con sus hijos, lo hicieran como una herramienta más, nunca como sustituto del pecho-alimento o del pecho-cariño materno, pero que si veían que, por su caso particular, eso les ayudaba de alguna forma, decidieran conscientemente y sin culpas. "El chupete en sí no es ángel o demonio, sino que depende del uso que hagamos de él". Pues eso.

Pero una cosa es aconsejar a los otros, y otra aplicarse el cuento a una misma. Y la sombra del chupete-demonio acecha siempre, más aún cuando una está metida ya de lleno, e incluso forma parte activa, de esta naturalización de la maternidad, activismo incluido.

Adriano se deschupetó solito antes de los dos años. Simplesmente dejé de tener su chupete a la vista, y comprobé que jamás lo pidió. ¡Resultaba que lo usaba ya cada noche para dormirse sólo porque yo se lo ofrecía! Aún tomaba teta, pero como dije, nunca se durmió "chupetando" teta, se soltaba una vez saciado, daba media vuelta y a dormir. Nunca abusó del chupete, creo yo que por tener la teta de mamá siempre a disposición, pero fue una herramienta práctica y agradable para ambos, aunque principalmente para él. No siento que hiciéramos en absoluto un mal uso de él, ni "quisiera volver atrás para no habérselo dado nunca".

Mi "hija cumbre"

Con mi tercera hija yo ya ni me planteaba el chupete como posibilidad. Ésta también es de mamar como una hipopótama hasta saciarse, y después soltarse del pecho con total desdén. Lo que pasa es que con Alicia yo ya cuento con una herramienta que con Adriano no usé tanto ni desde tan pronto: el porteo. Mi niña no se duerme mamando, pero desde que nació se dormía colgadita de mí en su fular o bandolera, en contacto con mami. No empezó a usar la cama (mi cama) para las siestas hasta más o menos los 5 meses. A veces se chupaba sus deditos, pero duró unos meses y no era algo compulsivo. Me parecía tiernísimo, e incluso lo veía como una señal de triunfo de mi logro personal antichupetil.

Detalles:

1. En el coche llora como una descosida, con auténtica angustia, de ponerse morada y vomitar, y ahí no hay consuelo de bracitos de mami, porque tiene que ir en la sillita de seguridad. Sí, me pongo a su lado, la toco, lloro con ella, limito al máximo missalildas de coche, le hablo e incluso aplico el tetasutra para calmarla mamando. También he llegado a llevarla en el fular para evitar semejante agonía, pero no es lo suyo, lo sé.

2. Para dormirse de noche no me apetece tener que levantarme y meterla en un fular -o cargarla a pelo en brazos- hata que se duerma. De más pequeña lo hacía, sí, pero ahora la nena ya pesa lo suyo, y tampoco es plan, que mi espalda es un guiñapo de toda la vida, y hay que cuidarse.

Reconozco que con gran peso en mi conciencia y desde luego con mucha, muchísima vergüenza de mí misma como madre y como profesional de la lactancia, en algunas ocasiones le ofrecí chupete porque mi parte racional -¡¡la emocional sufría con esto horrores!!- me decía que si el chupete lograba calmar a la pobre niña en el coche y evitarle esos malos tragos pues oye, tan malo no sería. pero Alicia se aliaba con mi parte emocional y mandaba el chupete a freir espárragos en lo que canta un gallo. Reconozco que el hecho de que ella no lo quisiera me hacía sonreir internamente, orgullosa (¿de qué?). Pero el problema del coche seguía y sigue ahí, y la pobre lo pasa fatal.

Con las noches nos apañamos, porque más o menos de teta en teta, y haciendo intervalos, se acaba durmiendo. Pero estos días anda la niña que no se duerme ni a tiros, está agitada, y ni las siestas ni de noche se duerme fácil. Está intentando lanzarse a gatear, y la debe de tener emocionada y nerviosilla. Además de que su primer diente apunta en la encía ya. Muchas novedades. Total, que una vez saciada, y tras un intervalo saciada otra vez, y ya requetesaciada por aburrimiento, llega una hora que lo que hace es hablar con la teta, pero con ella dentro de la boca... y eso, para quien no lo haya vivido, le diré que duele. Es como esos niños que sujetan el chupete con las encías o dientes para chapurrear o hablar sin que se les caiga. Pues igual pero con un pezón. Duele. Y ahí he dicho que se acabó, así que hemos (he) desempolvado el chupete.

Cuál ha sido mi sorpresa al ver que ya no lo manda así tan drásticamente a freir espárragos. No es que le entusiasme, porque no se emociona con él, y si lo chupa (cuando lo chupa), lo hace por poco tiempo, un minutillo apenas. Pero oye, lo chupa. El otro día en el coche se lo fui dando y evitamos un viaje relativamente largo enterito de llantos. Lloriqueó, sí, porque como digo el chupete aún no es su mejor amigo, pero entre que lo chupaba, lo escupía, lo miraba, lo mordía, hablaba con él y lo lanzaba lejos a manotazos se fue entreteniendo y la cosa no llegó a grandes agonías. Los momentos en que lo chupaba ayudaron mucho, y las minisesiones de tetasutra cuando ya no había chupete que valiera, todo hay que decirlo, también.

Ayer tras varias tandas de teta para dormirse la siesta mañanera, y algún comienzo de parloteo teta en boca (una hora llevábamos ya en la cama las dos intentando que se durmiera), resolví probar con el chupete. ¡Lo chupó! ¿Pues no me alegré y todo? ¿Y no me sentí una piltrafa después? Todo a la vez, como viene siendo habitual en esto de la maternidad. Se durmió con él, y en bracitos, eso también. Hoy se adormiló a la teta, pero lloriqueando, soltando y cogiendo, soltando y cogiendo. Pues le he dado el chupete en ese momento de "me duermo-no me duermo", y ha sido como mano de santo, la balanza se fue ipso facto para el lado "me duermo". En bracitos otra vez. He de reconocer que el chupetito me está ayudando, pese a que siga sintiéndolo como una maldita piedra en el zapato.

Conclusión

Me viene ahora a la mente la frase de una amiga que dice que "ser madre es tragarse el urgullo y aceptar del mejor grado posible el escupitajo en la frente que te cae casi a diario", porque nada como criticar para tener que tragarte tus palabras, o como escupir para arriba para que el gargajo te caiga bien encima. Y si eres madre, más.

(Por cierto, ahora, con 9 meses, puedo ya asegurar que la nena no quiere chupete, y que aquello que me hizo pensar que sí lo estaba aceptando era algo así como un espejismo. Pero va soportando mejor -a veces- el coche y creo que ha pasado lo peor, así que ahora, lo reconozco, me alegro. Hemos sobrevivido sin chupete, ¡sobre todo gracias a la cabezonería de mi pequeña! No pienso ofrecérselo más :) )

viernes, 5 de octubre de 2012

Concurso SLING Semana Babywearing

Quer ganhar um sling na Semana do Babywearing?

1. Curta a página do facebook de MamaÉ Slings,
2. Envie uma foto para mamaedoula@gmail.com com o asunto "FOTO CONCURSO SLING", na quel se aprecie esse vínculo maravilhoso do contato pele a pele com o seu bebê (não precisa ser uma foto slingando, apenas uma foto de contato íntimo, carinhoso, intenso, "oxitocínico"... )
3. E escreva junto uma frase de por que vocês querem/precisam/merecem, etc, esse sling sorteado.

Admitimos fotos até o dia 14 de outubro, e o dia 20 será publicado o ganhador, que receberá (em pessoa ou por correio) o sling nos dias seguintes.

Boa sorte!

miércoles, 19 de septiembre de 2012

Para mães canguru! Ensaio fotográfico gratuito pela Semana do Babywearing

Vamos comemorar em tribo a Semana Internacional do Babywearing?

Dia: Domingo 21 de Outubro de 2012.
Hora: Das 9:30h às 11:30h.
Lugar: Parque das Águas de Campinas, próximo ao Parque Prado. Clicke aqui para ver mais do Parque e saber como chegar
-Leve algum lanchinho e bebida para o Pique Nique-

Se você é uma mãe canguru, adora levar o seu filhote sempre ao alcance dos seus beijos desfrutando da liberdade de movimentos e atividades que o sling te oferece, venha comemorar conosco! Faremos um lanchinho conjunto e desfrutaremos de uma manhã de passeio e brincadeiras com os nossos filhos de qualquer idade. E se ainda não é uma mãe slingueira, é a oportunidade ideal para se informar, se interessar e experimentar! Vai adorar esta forma de relacionamento com o seu bebê.

MamaÉ propõe, enquanto curtimos todos juntos, realizar uma sessão de fotos lindas para comemorar -e poder guardar como lembrança- este vínculo maravilhoso que compartilhamos com os nossos pequenos, sempre em contato com mamãe ou outra pessoa de confiança. Para isso, uma fotógrafa irá captando durante o encontro a mágica dos olhares, caricias, sorrisos, sonecas e demais gostosuras que acontecem enquanto slingamos os nossos filhotes.

Quantas mais pessoas comemoremos juntas, mais lindo vai ficar, e mais gostoso será o encontro! A reunião de mães -e pais- que criam juntos sempre resulta numa troca deliciosa.

Serão bemvindos pais, mães, tias e tios, avós e avôs, irmãs e irmãos, recém nascidos, bebezões, crianças, babás, padrinhos e madrinhas... E todo aquele que desfrute inmensamente desta forma de viver a criação do bebê/criança.

Tragam o seu sling, do tipo que fôr (salvo aqueles não ergonômicos, por favor): sling de argola, wrap sling, Mei Tai, canguru ergonômico, kanga, pouch, rebozo... E se não tiver, a gente empresta um!!

Para poder tirar as fotos, será necessário assinar um consentimento de uso de imagem para o portifólio da fotografa, que estara disponivel no dia do evento de forma gratuita. Todas as familias receberão via email duas fotos em alta resolução sem custo. As fotografias não serão utilizadas para nenhum outro fim.

Quem quiser participar do evento, escreva um email para mim -Elena-: mamaedoula@gmail.com

Nos vemos!

Divulgue!

jueves, 6 de septiembre de 2012

De novo a culpa... Quando o desmame natural vem da mãe

Amamentação, como já sabemos, é sempre coisa de dois: mãe e bebê, peito e boca, leite e fome, dar e receber, abraço e olhar, oferta e demanda, amar e ser amado. Se uma parte da díada não flui na amamentação, atinge a outra sem lugar a dúvidas. Por isso uma pega errada causa ferimentos no bico da mãe, e uma mãe ansiosa difficulta a mamada do filho. Por isso uma demanda atendida sem horários consegue a quantidade e qualidade de leite precisos para esse bebê naquele preciso instante.

Para que um bebê possa se alimentar do leite da mãe é preciso que a mãe queira lhe amamentar. Para que essa amamentação seja bem sucedida é preciso que a mãe confíe e se dê, conforme a demanda do filho.

Cada vez são mais as mães que querem amamentar conforme o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): em exclusiva e sob livre demanda durante os primeiros seis meses, complementando com outros alimentos até o primeiro ano, e depois mantendo o aleitamento até, pelo menos, completar o segundo ano de vida. Depois disso, sem limites de idade, até quando mãe e filho/a quiserem. Essa é a recomendação oficial, internacionalmente adotada por quase todos os governos como propria, inclusive o brasileiro.

Desmame natural

Mas as mães que querem fazer as coisas desta forma, amamentando naturalmente sem ligar para determinadas pressões sociais que olham mal para uma criança "grande" mamando, muitas vezes se esquecem deste princípio básico que acabei de comentar: que amamentação é coisa de dois. Estas mães geralmente pretendem amamentar "até que o meu filho não queira mais, até ele largar o peito sozinho".

Acontece? Sim, é claro que isso acontece. Desmame natural é isso mesmo. É lindo amamentar até o filho começar largar o peito sozinho. É lindo, mas é duro também, pois geralmente estas mães passam por uma espécie de duelo quando o filho decide não mamar mais (proceso que geralmente demora muitos meses, e quase nunca é de um dia para o outro, salvo situações determinadas com condicionantes específicos).

Significa o final de uma fase especial de união amorosa única ente mãe e filho. É uma despedida, como todas as definitivas, sofrida. E traz uma saudade inmensa do filhote com boquinha de peixe grudado no peito olhando direto no olho da mãe, melancolia do sorriso furtivo com o bico ainda na boca, lembranças daquele mamá sanador após um machucado ou magoa emocional, da mãozinha dele brincando com o nosso colar enquanto mama. O melhor re-encontro após um dia de escola. A maneira mais gostosa de pegar no sono.

De qualquer forma, é lindo pensar que nós, mães, conseguimos respeitar o filho, nos dando -literalmente- a eles, até que ele mesmo não quis mais. As mães que conseguem este tipo de desmame natural geralmente comentam orgulhosas que "amamentei até ele sozinho largar o peito, até ele não querer mais". Lindo.

A outra cara da moeda

Mas e a mãe? O que acontece quando é a mãe quem sente que é hora de desmamar?

Não, não estou falando de dela decidir, racionalmente, que "já deu", ou que "para ele ficar menos dependiente de mim vou parar de amamentar", ou "a pediatra disse que o meu leite já não é tão importante assim e posso desmamar".

Não, não falo de desmame racional, de um desmame dirigido pelo motivo X ou Y, de um desmame programado e controlado, de um desmame por escolha cognitiva. Estou falando de um desmame NATURAL por parte de mãe. Isso tem um nome, e chama "Agitação da Amamentação". Não o desmame (que já tem este nome), senão essa sensação de rejeição da mãe.

Acontece, em muitas ocasiões, que a mãe que amamenta de forma prolongada (geralmente não acontece esta sensação antes do ano e meio, ou dois anos...) começa sentir uma rejeição intensa quando o filho começa sugar o peito dela. É uma força que vem de dentro. Não tem nada de racional. Não é dor. Não é desconforto. É uma sensação muito forte, interna, de rejeição. Sob risco de misturar asuntos aparentemente "nada a ver", creio que vale esta comparação, por se tratar de dois momentos intensos na sexualidade de mulher:

Quando uma mulher pratica o sexo, em plena liberação de oxitocina se sente imensamente poderosa, plena e feliz. Não tem nada melhor nesse momento. Depois de alcançar o clímax, essa oxitocina cai e a mulher sente uma rejeição muito grande se, por exemplo, continuam lhe "cutucando" o clítoris. Não é? É uma sensação de "sai daí AGORA".

Bom, esta Agitação da Amamentação é algo similar. É uma rejeição intensa não ao filho, senão à sucção da mamada. As mães descrevem sensações como as seguintes:

-"Sempre senti muita felicidade e muito prazer quando amamentava, fosse em casa, no banco da pracinha, no frio o no calor, fosse um filho ou o outro. Pois agora, em algumas ocasiões, quando o meu filho mais velho, de 2 anos, está mamando, sinto uma especie de mal humor, como uma irritação. Sinto vontade de lhe dizer: "vai, sai daí". Tadinho, não lhe digo isso, mas tento lhe distrair. Me perturba muito que me falte esse alto astral que empre esteve aí nos nossos momentos de amamentação. Por sorte isso só acontece algumas poucas vezes, não sempre, deve ser quando eu estou mais cansada. Penso que deve ser uma espécie de sinal neuroendocrina para começar pensar no desmame..."

-"É um sentimento como de desagrado, não de dor física... E muita culpa por me sentir assim, porque o meu filho não tinha culpa de nada. Nos ajudou muito combinar o tempo da mamada, como contar até 10 ou até um númer que ele e eu tínhamos combinado".

-"Minha filha já mamava apenas umas chupadinhas antes de dormir, cada dia, e creio que não tinha já mais leite. Ela dizia que sim com os dedinhos, que um pouquinho sim, enquanto mamava, mas a minha sensação de criança mamando com o peito vazio era pouco agradável. Eu sentia falta daquela sensação de peitos cheios, e o alivio e o agradavel que era sentir a minha filha esvaziando eles".

-"Meu filho desmamou com 2,5 anos, coincidindo com o segundo mês de gravidez do meu segundo filho. Comecei sentir esse desconforto, essa sensação esquisita, esse querer que ele terminasse rápido, o medo dele acordar de noite querendo mamar. Pensei que talvez o meu corpo estivesse me enviando um sinal para começar o desmame. Senti uma pena enorme de que um momento tão gostoso começasse virar uma obrigação dseconfortável, não queria ficar com essa lembrança amarga. Comecei fazer do nosso "momento especial" algo differente. Não deixamos de tê-lo, só mudamos mamada por carinhos de outro tipo. Não foi duro em absoluto para ele, mas eu fiquei chorando e com sentimento de culpa várias semanas".


Quando acontece?

Geralmente dsecrevem ter sentido ou estar sentindo esta Agitação da Amamentação algumas mães que amamentam um filho durante uma segunda gestação, ou mães que amamentam dois filhos de differentes idades (em tandem), sentindo esta agitação quando o mais velho mama. Também acontece com mães de crianças maiorzinhas que "ainda" mamam, ou com mães que começaram menstruar de novo. Às vezes elas sentem isso só durante a TPM, outras nos dias que estão menstruando, ou quando estão ovulando... Normalmente é mais frequente quando a mãe está mais cansada ou estressada.

E da mesma forma que tem mães que sentem isso, tem outras que nunca sentiram nada parecido, mesmo amamentando filhos de 6 anos. Quer dizer, a Agitação da Amamentação pode acontecer aos dois anos, aos 5 ou nunca, não tem uma idade na qual isto acontece. Me decidi escrever sobre a Agitação da Amamentação porque se sala pouco disso, e quando acontece com uma mãe, rara vez pensa que "isso faz parte", se sentindo mal, estranha e até culpada. Quase não temos no nosso entorno mães que amamentem de forma prolongada, por tanto estas coisas não são muito cohecidas. E a que conhecemos, muitas vezes não falam disto por sentir que "alguma coisa está errada". Então fica em silêncio, o que não ajuda a normalizar mais uma fase da amamentação, que pode acontecer com outras mães.

Daí chega a culpa

Quando a mãe percebe que em várias ocasiões vem sentindo esta rejeição tão intensa e poderosa quando o filho mama, muita vezes se sente péssima. Como eu disse, geralmente são mães que decidiram amamentar de forma prolongada "até o filho largar o peito". Estão respeitando ele e, derrepente, são elas as que não querem mais ele grudado no peito. Mas não querem mesmo, é uma força intensa que vem de detro para deixar isso bem claro. Como aceitar algo assim, se eles, que são adultas e teóricamente deveriam poder controlar o que sentem e fazem, não conseguem mais amamentar de uma forma gostosa? Isso dói.

Muitas mães consideram que não deveriam estar sentindo isso, que o filho não merece ser rejeitado assim. Quando isso acontece durante uma nova gestação, ou com a chegada do irmãozinho, esse sentimento de culpa se multiplica, pois pode parecer que estamos rejeitando o mais velho em favor do recém chegado, o que para uma mãe é completamente inconcebível.

Talvez ela compreendendo que é a natureza dela falando, agindo, e não o seu coração, poderia ficar mais tranquila ao respeito dos sentimentos dela pelos filhos. isso acontece, tem nome, está registrado e estudado. Não é ela agindo mal, ou sentindo coisas erradas, é uma força muito maior, a do instinto, lhe enviando alguma mensagem. Não cabe a culpa, o amor dela pelo filho mais velho não é menor por sentir isso. Ela pode continuar lhe amando cada dia mais, como até agora, em por isso deixar de respeitar o que o corpo lhe diz.

O que fazer

Lembremos aquele princípio: amamentação é coisa de dois! Da mesma forma (voltando às comparações com outros aspectos da vida sexual femenina) que é quase impossível chegar ao orgasmo ao mesmo tempo que o homem, é quase impossível sentir que está na hora de desmamar ao mesmo tempo que o filho. Às vezes será ele quem decida largar o peito, deixando a mãe com o dificil papel de assimilar aquilo. E outras será a mãe quem sinta que já deu, sempre me referido a uma sensação natural e instintiva, e não a uma decisão racional. Este caso é mais complicado, pois quem fica com o papel difícil é o filho, né? Daí a mãe pode ajudar com recursos de adulto, é claro, para não lhe deixar "largadão".

Onde fica, tantas e tantas vezes, o respeito a nós mesmas? Crianças aprendem por imitação quase tudo na vida. Talvez se lhes ensinamos a nos respeitarmos a nós mesmas, eles apreendam a se respeitar elas mesmas também.

O que fazer, então? Que tal respeitar esse instinto que nos vem tão de dentro quanto aquele que nos fez amamentar em corpo e alma até esse momento? Se o nosso corpo está nos dizendo "chega", por que não lhe escutar agora? Por que priorizar a razão nesta hora? Não é que a natureza é sábia? Então acreditemos nela, confiemos nas razões dela!

Podemos fazê-lo sem deixar de respeitar o nosso filho, que é com certeza o que não queremos deixar de fazer. Podemos ir explicando de uma forma compreensível à idade dele que o peito está cansado nessa hora, ou que a mamãe não está se sentindo bem para amamentar nesse momento... Podemos distrair a criança com outras coisas do interesse dela quando peça para mamar, como outros alimentos (um suco, talvez?), ou brincando com ele, ou lhe oferecendo outras formas de carinho e aconchego, como abraços, coceguinhas nas costas... cada mãe sabe do que o filho gosta e o que pode ser apropriado em cada momento.

Desta forma, de um modo gradual, podemos ir escutando o nosso corpo, respeitando-o, sem também forçar nada brusco com a criança, pois às vezes ela vai aceitar essas outras alternativas, e outras não. E vamos aos poucos. Mas fora culpa quando é o corpo quem nos fala, ta? Escutemos, compreendamos e decidamos :)

Elena de Regoyos
Artigo de MamaÉ
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