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martes, 17 de mayo de 2011

Oficina de slings na Lagoa do Taquaral e slingada: domingo 22 de maio às 9:30h

MamaÉ, em parceria com Samauma, convida a todas as grávidas e mães interessadas à oficina de slings que terá lugar as 9:30h da manhã deste domingo, dia 22 de maio, na Lagoa do Taquaral (pela entrada principal), em Campinas.



Faremos a oficina, depois um pouco de dança seguida de uma caminhadinha gostosa com os bebês no slings bem ajeitadinhos, curtindo a manhã do domingo.

Será explicada a forma mais ergonômica de carregar um bebê, para favorecer o desenvolvimento fisiológico e emocional dele respeitando, além disso, o nosso próprio conforto. Mostraremos as peculiaridades dos diferentes tipos de slings e praticaremos com eles: wrap sling, sling de argolas, Mei-Tai, Pouch, Mochila ou canguru ergonômica, pano africano ou kanga...




É importante que, no caso de você tiver seus próprios slings, sejam do tipo que forem, os leve à oficina para praticar com eles e resolver dúvidas específicas que surgirem. Se não tem, não se preocupe, eu posso emprestar alguns dos meus durante a oficina.

Também é importante que tragam as suas crianças, assim poderão praticar e curtir com elas.

Em caso de estar grávida ou não ter bebê, seria recomendável trazer um boneco para praticar com ele. Até mães com bebês poderiam preferir levar o boneco para, primeiro, treinar com ele e, depois, já tentá-lo com o bebê.

Se alguma de vocês quer reservar algum dos slings em venda em MamaÉ para esse dia, é só avisar com tempo para eu levá-lo e assim vocês poderem contar com ele e já começar suas práticas in loco:

-Wrap Sling elástico Sleepy Wrap em várias cores, aqui.
-Canguru ergonómico Boba Baby Carrier, aqui.
-Contos infantis em defesa da criaçao respeituosa e aleitamento materno, aqui.

Programação:

9:30h “Concentração” e Piquenique - Nos encontramos na Entrada do Portão 2 (A entrada dos pedalinhos) tragam sua "toalha" ou canga e um lanche

10:00h Oficina de Slings (Elena de Regoyos)

10:30h DanSamaúma e Danças Circulares (com Larissa Carpintéro e Janaína Campos) e a participação especial dos músicos Ton e Bel (Grupo Bambuzero)

Em seguida sairemos para uma caminhada divulgando o Nascimento digno e a defesa pela “Maternidade Consciente”!

-Slings… nova moda ou beneficios reáis?
-Sling elástico Sleepy Wrap: características, uso e videos ilustrativos

Elena de Regoyos

viernes, 13 de mayo de 2011

Falsos mitos do aleitamento materno

Nunca esta demais relembrar que estes mitos sobre aleitamento, muitos deles bem incustrados nas crenças populares, não são mais do que isso: falsos mitos...



La Liga de la Leche é uma ONG internacional criada nos EUA, que hoje esta em praticamente no mundo inteiro. Teve sua origem em 1956 "pelo entusiasmo de sete mulheres norte-americanas, todas nutrizes, que se deram conta das dificuldades que suas amigas tinham em relação à amamentação. Começaram a se reunir em casa de uma ou de outra, sem imaginar que aquele trabalho voluntário em prol da amamentação teria resultado numa ONG que se espalhou por muitos e muitos países levando adiante o trabalho delas.

Hoje são aproximadamente 9.000 líderes que dedicam seu tempo livre divulgando os conhecimentos adquiridos e a filosofia de LLL porque todas acreditam que amamentar seja o melhor começo para os bebês".
 São reconhecidas no mundo inteiro como umas das melhores consultoras de aleitamento materno. Ser consultora de aleitamento materno da LLL é difícil, requer muito trabalho, dedicação e estudos.

Eis aqui um texto bem interessante publicado por Lisa Marasco, da LLL, sobre estes falsos mitos do aleitamento materno:
Por todo o mundo existem ideias, concepções ou certezas acerca da fase da amamentação. Umas apoiam as mães, dignificam-nas na sua ocupação, outras dificultam o desenvolvimento da amamentação ou interrompem precocemente e no final afectam a saúde e o desenvolvimento sadio dos bebés, uma vez que enchem de incertezas as mães. Escolhemos alguns mitos para comentar, de forma a tranquilizar as famílias.

Mito 1: Amamentar frequentemente reduz a produção de leite, produz um reflexo de ejecção débil e o fracasso da amamentação.
Realidade: A quantidade de leite que uma mãe produz chega a seu ponto óptimo quando é permitido à criança sadia mamar tantas vezes quanto necessite. O reflexo de ejecção de leite opera mais fortemente em presença de um bom fornecimento de leite que normalmente ocorre quando se pratica uma amamentação a pedido, isto é, sem impor horários.

Mito 2: Uma mãe necessita amamentar somente de quatro a seis vezes em cada 24 horas para manter uma boa quantidade de leite.
Realidade: Estudos científicos mostram que quando uma mãe amamenta frequentemente desde que a criança nasce, com uma média de 9,9 vezes em cada 24 horas durante os primeiros quinze dias, a sua produção de leite é maior, a criança ganha mais peso e a mãe amamentará por um período mais longo. A produção de leite tem sido demonstrada estar relacionada com a frequência das mamadas. A quantidade de leite começa a diminuir quando as mamadas são pouco frequentes ou restringidas. Não se deve esquecer que muitos bebés recém-nascidos mamam cada hora e meia ou cada duas horas, o que é normal e frequente.

Mito 3: As crianças obtêm todo o leite que necessitam durante os primeiros cinco a dez minutos de mamada.
Realidade: Ainda que muitos bebés maiores possam receber a maior parte de seu leite nos primeiros cinco a dez minutos da mamada, isto não é regra geral a todas as crianças. Os recém-nascidos, que apenas estão a aprender a amar, nem sempre são eficientes ao peito e geralmente necessitam de muito mais tempo para mamar. Poder mamar também depende do reflexo de descida do leite materno. Ainda que para muitas mães a descida do leite é quase imediata, para outras não. Em algumas mulheres, a descida de leite é escalonada, ocorre várias vezes durante uma só mamada. Em lugar de adivinhar, é melhor permitir que a criança mame até que mostre sinais de satisfação, tais como soltar o mamilo ou ter os braços e as mãos relaxadas.

Mito 4: As mães que amamentam devem espaçar as mamadas para que possam encher as mamas.
Realidade: Cada par mãe/filho é único e diferente. O corpo de uma mãe que amamenta está sempre a produzir leite. As suas mamas funcionam em parte como depósitos de reserva, alguns com maior capacidade que outros. Quanto mais vazia está a mama, mais rápido o corpo trabalhará para reabastecê-la. Quanto mais cheia está a mama, mais lenta será a produção de leite. Se uma mãe espera sistematicamente que suas mamas encham antes de amamentar, seu corpo pode receber a mensagem de que está a produzir leite em demasia e, por isso reduz a sua produção.

Mito 5: Na oitava semana de nascimento a criança necessita apenas de seis a oito mamadas; aos três meses requer apenas de cinco a seis mamadas; e aos seis meses, não mais do que quatro a cinco mamadas ao dia.
Realidade: A frequência das mamadas varia de acordo com vários factores: a produção de leite da mãe e sua capacidade de armazenamento (as mães com mamas maiores em geral têm maior capacidade de armazenamento), assim como as necessidades de crescimento da criança. Os dias em que se produzem picos de crescimento (dias de maior frequência) ou a criança está doente, os padrões de mamada dos bebés podem mudar temporariamente. É importante ter em conta que o consumo calórico da criança aumenta ao final da mamada, assim impor limites arbitrários sobre a frequência ou duração das mamadas podem levar a um consumo muito baixo de calorias por parte da criança.

Mito 6: É a quantidade de leite que o bebé consome, que determina quanto tempo uma criança aguenta entre as mamadas, independentemente se é leite materno ou de fórmula.
Realidade: Os bebés amamentados esvaziam o estômago mais rapidamente que os alimentados com biberão: aproximadamente uma hora e meia em vez de até quatro horas. Isto se deve ao tamanho muito menor das moléculas de proteínas que formam parte do leite materno, que são digeridas com maior rapidez. Ainda que a quantidade de leite consumido seja um dos factores que determina a frequência das mamadas, o tipo de leite é de igual importância. Estudos antropológicos dos leites produzidos pelos diversos tipos de mamíferos confirmam que os bebés humanos estão preparados para receber alimento com frequência e que assim tem sido feito através da história.

Mito 7: Nunca desperte o bebé que dorme.
Realidade: Ainda que seja verdade que a maioria dos bebés mostram quando tem fome, é possível que os recémnascidos não acordem tão frequentemente quanto necessitem, por isso é necessário despertá-los para que mamem pelo menos oito vezes em cada 24 horas. Talvez não acordem por causa dos medicamentos que a mãe recebeu durante o parto, por icterícia, trauma, uso de chupeta, medicamentos maternos ou comportamento introvertido por parte dos bebés quando têm que esperar quando dão sinais de fome. Além do mais, as mães que querem aproveitar a infertilidade natural que produz a amenorreia durante a amamentação comprovam que o regresso da menstruação demora mais quando a criança continua a mamar de noite.

Mito 8: O metabolismo do bebé está desorganizado ao nascer e requer que se imponha uma rotina ou horário para ajudar a resolver esta desorganização.
Realidade: Os bebés nascem programados para mamar, dormir e ter períodos de vigília. Não é um comportamento desorganizado, mas um reflexo das necessidades únicas de cada recém-nascido. Com o decorrer do tempo os bebés adaptam-se gradualmente ao ritmo de vida do seu novo ambiente sem precisar de treino nem ajuda.

Mito 9: As mães que amamentam devem oferecer sempre ambas as mamas em cada mamada.
Realidade: É muito mais importante deixar que o bebé termine de mamar no primeiro lado antes de oferecer o segundo, ainda que isto signifique que recuse o segundo lado durante essa mamada. O último leite (que contém mais calorias) obtém-se gradualmente conforme a mama vai esvaziando. Ocorre que ao trocar-se de lado prematuramente, o bebé mamará apenas o primeiro leite, mais baixo em calorias, em vez de obter o equilíbrio natural entre o primeiro e segundo leite. Como resultado, o bebé não se satisfará e perderá peso, e provavelmente terá cólicas. Apenas durante as primeiras semanas, muitas mães oferecem ambas as mamas em cada mamada para ajudar a estabelecer o fornecimento de leite.

Mito 10: Se um bebé não aumenta bem de peso, é porque o leite de sua mãe é de baixa qualidade.
Realidade: Os estudos mostram que mesmo as mulheres desnutridas são capazes de produzir leite de suficiente qualidade e quantidade para suprir as necessidades de crescimento do bebé. Na maioria dos casos, o pouco peso deve-se ao consumo insuficiente de leite materno devido a horários restritos, a uma inadequada sucção ou a um problema orgânico do bebé.

Mito 11: Quando uma mulher tem pouco leite, geralmente é devido ao stress, a fadiga ou ao baixo consumo de alimentos e de líquidos.
Realidade: As causas mais comuns de pouco leite são: mamadas pouco frequentes e/ou problemas com a pega e postura do bebé ao mamar. Ambos os problemas são devido em geral à informação incorreta que recebe a mãe que amamenta. Os problemas de sucção do bebé também podem afectar de forma negativa a quantidade de leite que a mãe produz. O stress, a fadiga ou a má nutrição raramente são causas de baixa produção de leite, já que o corpo humano desenvolveu mecanismos de sobrevivência para proteger o lactente em tempos de fome extrema.

Mito 12: Uma mãe deve tomar leite para produzir leite.
Realidade: Uma dieta saudável e balanceada que contenha verduras, frutas, cereais e proteínas é tudo o que uma mãe necessita para nutrir-se adequadamente e produzir leite. O cálcio pode ser obtido de uma grande variedade de fontes não relacionadas com lácteos, como os legumes, sementes, frutas secas e pescados como sardinha e salmão com espinha. Nenhum outro mamífero toma leite para produzir leite.

Mito 13: Sugar sem o propósito de alimentar-se (sucção não nutritiva) não tem objectivo.
Realidade: As mães com experiência em amamentação aprendem que os padrões de sucção e as necessidades de cada bebé variam. Ainda que as necessidades de sucção de alguns bebés sejam satisfeitas primordialmente quando mamam, outros bebés requerem mais sucção ao peito, mesmo quando tenham acabado de mamar a alguns minutos. Muitos bebés também mamam quando têm medo, quando se sentem sós ou quando sentem alguma dor.

Mito 14: As mães não devem ser a chupeta de seu filho.
Realidade: Consolar e suprir as necessidades de sucção ao peito é o que preparou a natureza para mães e filhos. As chupetas são um substituto da mãe quando ela não está. Outras razões para oferecer a mama para acalmar o bebé incluem um melhor desenvolvimento oral e facial, o prolongamento da amenorreia, evitar a confusão de sucção e estimular uma produção adequada de leite que assegure um índice mais elevado de êxito da amamentação. Além disso, um bebé tranquilo que encontra consolo em sua mãe, terá um desenvolvimento emocional fortalecido.

Mito 15: A confusão bico artificial-mamilo não existe.
Realidade: A alimentação ao peito e a alimentação por biberão requerem diferentes técnicas orais e motrizes. Como resultado, alguns bebés desenvolvem a confusão de sucção e usam técnicas não adequadas para mamar na mama quando lhe são oferecidos biberão e mama. Isto faz com que não sejam eficientes a mamar e por vezes causam fissuras nos mamilos.

Mito 16: A amamentação frequente pode dar lugar à depressão pós-parto.
Realidade: Acredita-se que a causa da depressão pós-parto sejam as alterações hormonais que se surgem depois do nascimento do bebé e que podem acentuar-se pela fadiga e pela falta de apoio. Entretanto, ocorre em mulheres que tenham apresentado problemas anteriores a gravidez. Por outro lado, sabe-se que as mulheres que amamentam apresentam com menos frequência depressão pós-parto.

Mito 17: Amamentar o bebé a livre pedido não facilita o vínculo materno.
Realidade: Responder de forma sensível e rápida aos sinais do bebé une a mãe ao seu filho, de tal maneira que eles se sincronizam, criando assim um vínculo maior. Paralelamente, um bebé que não chora porque é atendido prontamente, não gera situações de stress familiar devido ao seu pranto.

Mito 18: As mães que mimam muito seus filhos e os levam muito nos braços, os deixam mal acostumados.
Realidade: Os bebés que são levados nos braços frequentemente choram menos horas ao dia e mostram maiores traços de segurança ao crescer. Os bebés necessitam da segurança dos braços de sua mãe mais do que imaginamos.

Mito 19: É importante que os demais membros da família alimentem o bebé para que também eles desenvolvam um vínculo.
Realidade: Alimentar o bebé não é a única forma com que os demais membros da família podem aproximar-se do bebé. Pegar, acariciar, dar banho e brincar com o bebé são muito importantes para o seu crescimento e desenvolvimento, assim como para o vínculo com os demais.

Mito 20: O facto de que seja o bebé quem dirige a sua alimentação (com a amamentação a livre pedido) tem um efeito negativo sobre a relação do casal.
Realidade: Os pais maturos dão-se conta de que as necessidades do recém-nascido são muito intensas, mas também, que diminuem com o tempo. De facto, o trabalho em equipe que se realiza ao cuidar de um recém-nascido pode unir o casal quando ambos aprendem a ser pais juntos.

Mito 21: Alguns bebés são alérgicos ao leite materno.
Realidade: O leite materno é a substância mais natural e fisiológica que o bebé pode ingerir. Se o bebé mostra sinais de sensibilidade relacionados com a alimentação, em geral deve-se a alguma proteína alheia (dieta da mãe) que conseguiu entrar no leite materno, e não ao leite materno em si. Isto soluciona-se facilmente eliminando o alimento ofensivo da dieta materna durante um tempo.

Mito 22: A amamentação muito frequente causa obesidade no bebé quando ele cresce.
Realidade: Estudos científicos mostram que os bebés amamentados autocontrolam os seus padrões alimentares e a quantidade que ingerem, já que tendem a consumir a quantidade de leite adequada para seu próprio organismo. É a alimentação com leite artifical e a introdução precoce de alimentos complementares a causa dos que se vêem afectados de obesidade ao crescer, não o aleitamento natural.

Mito 23: Dar de mamar quando o bebé está deitado causa infecções de ouvido.
Realidade: Por ser o leite materno um fluido vivo e cheio de anticorpos e imunoglobulinas, o bebé que mama tem menor probabilidade de desenvolver infecções de ouvido, independentemente da postura que utilize. Quando a mãe amamenta sentada, o bebé também está na posição horizontal em seus braços. Além do mais, a disposição dos músculos no momento de sugar fecha a comunicação com o ouvido.

Mito 24: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.
Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajuda o sistema imune enquanto o bebé mamar. Investigações recentes nos mostram que o leite materno é mais rico em gordura e energia depois de um ano de amamentação: contém quase 12% mais calorias que o leite de uma mãe de um recém-nascido. Ocorre da mesma maneira com os factores protectores.

Fonte: Liga de La Leche, Lisa Marasco, Illinois, Estados Unidos. Nuevo Comienzo Out.-Dez/2005
Tradução Brasileira: Pajuçara Marroquim; Adaptação Portuguesa: BioNascimento

-"Amamentação é como beijos ou carícias, um momento de calma no turbilhão do dia"
-Contos infantis pro-aleitamento materno e criação com apego (attachment parenting)
-O sono dos nossos filhos e as conseqüências de deixá-los chorar

martes, 10 de mayo de 2011

O melhor plano de parto, completo em um vídeo só

O povo da Clínica Primavera, da Fundación Parto Humanizado de Ecuador, sempre faz uns belos vídeos, além de completísimos.



Eu acho que dá para entender, mas ai vai uma tradução:

Parto humanizado, nascimento com direito

As mulheres têm direitos e opções no momento do parto, você sabe quais sao?

As mulheres têm o direito de ter acesso fácil a informações sobre o processo do parto natural e amamentação

Direito a uma experiência digna, sagrado, gratificante, profunda e com amor.

Nunca o parto é um trabalho rotineiro e mecânico.

Direito de se movimentar, falar, cantar, gritar, se colocar na posiçao desejada

Direito a um parto em privacidade física e emocional, íntimo e tranquilo

O períneo deve ser protegido sempre que possível. Não se justifica o uso rotineiro de episiotomia

Direito de escolher quem acompanhara o seu parto e de ficar sozinhas quando assim queiram. O pessoal de saúde deve respeitar a sua privacidade

Direito de permanecer juntos mãe e bebê em uma atmosfera de tranquilidade, durante o tempo que for preciso. Direito de tocar, carregar e amamentar...

Direito de não induzir o seu parto sem justificação
Direito a não ser submetida a cesariana por conforto ou conveniência. Mesmo depois de cesariana anterior
O recém-nascido saudável deve permanecer com a sua mãe, sempre que possível . Separação do bebê saudável não se justifica.

A amamentação inmediata deve ser recomendada, mesmo antes da mae abandonar a sala de partos

Direito a um início de vida com amor, paz, harmonia, sem ser submetido a mudanças bruscas

Os direitos das mulheres e seus bebês no parto e nascimento são universais e inalienáveis
Um nascimento com respeito e consciencia criará seres madurecidos, serenos e equilibrados

lunes, 9 de mayo de 2011

Oficina de slings no Espaço Dar a Luz porque... Chegaram as novas cores de Sleepy Wrap!!

Estou feliz, acabaram de chegar os novos slings lá dos EUA!! Todo um banho de cores novas para os seus bebês!! Hehehehehe. Tem roxo, verde, laranja, azul Royal, cinza, bege, preto...




Reserve a sua, que voam!!

E para curtir e estrear os novos Sleepys, em esta quarta feira terá oficina de slings no Espaço Dar a Luz, de Lucía Caldeyro, às 14h, justo antes da aula de Sling Gym da Luciene. Esperamos vocês lá!!

jueves, 5 de mayo de 2011

I Encontro de Apoio ao Aleitamento: "Falsos mitos do aleitamento materno"

Mamis, grávidas, interessadas em geral... Estão todas vocês convidadas ao I Encontro de Apoio ao Aleitamento Materno organizado por MamaÉ, no Céu Aberto, de Barao Geraldo. O tema a tratar será o seguinte: “Falsos mitos do aleitamento materno”.

Serão tratadas as dúvidas ao respeito, compartilhadas as experiências próprias e alheias, escutados os desabafos, enxugadas as lágrimas e acompanhados os risos.

Espero vocês lá!!

MamaÉ doula & slings
Convida a mães e grávidas para o
I Encontro de Apoio ao Aleitamento Materno:
“FALSOS MITOS DO ALEITAMENTO MATERNO”
-Como consigo aumentar minha quantidade de leite?
-Meu filho esta mamando suficiente?
-Será que o meu leite alimenta depois do primeiro ano...? E depois do segundo?
-Posso amamentar gêmeos?
-“Sob livre demanda...” Cada quantas horas e por quanto tempo é isso exatamente?
-Decidi não amamentar por falta de informação... Será que ainda posso tentá-lo?
-Conseguiria amamentar um filho adotado?

Resolva essas e outras possíveis dúvidas em companhia de outras mães com as que poder trocar experiências, dicas, risos, desabafos...
Dia: 26 de maio de 2011 / Hora: 9:00 – 11:00
Investimento: gratuito
Local: Céu Aberto. (Rua Eng. Edward de Vita Godoy, 828 Barão Geraldo, Campinas).

Mais informações: www.mamaedoula.blogspot.com / (19) 9391 4134 / mamaedoula@gmail.com
(Elena de Regoyos é doula, orientadora de slings e de aleitamento materno)

miércoles, 4 de mayo de 2011

"Amamentação é como beijos ou carícias, um momento de calma no turbilhão do dia"


Fico feliz da colaboração entre a ONG Save The Children e o meu admiradíssimo pediatra espanhol Carlos González, autor de livros como "Bésame Mucho", "Un regalo para toda la vida, guía completa de lactancia materna", "Comer, amar, mamar" e "Mi niño no me come". Ele é um máximo no aleitamento materno, tomara que tivessem mais pediatras como ele...

Traduzido diretamente do site de Save The Children.

Carlos Gonzalez é pediatra e presidente da ACPAM, Associação Catalana Pro-Aleitamento Materno. É também uma das vozes mais conhecidas em métodos não-conductistas, conhecido como “attachment parenting”.

"A amamentação é essencial em qualquer plano de saúde materno-infantil. Reduz o risco de diarréia, infecções respiratórias, otites, meningite por Haemophilus e muitas outras infecções, bem como diabetes, síndrome da morte súbita infantil, obesidade e outros problemas de saúde.
Na mãe, a amamentação está associada a um menor risco de câncer de mama e câncer de ovário e de longo prazo com a redução de fraturas por osteoporose, por retardar o reinício da menstruação ajuda a economizar ferro e protege contra anemia, e produz de forma natural um espaçamento entre uma gravidez e outra que melhora a saúde e alivia a carga de trabalho da mãe, facilitando a sobrevivência de seus filhos. A UNICEF estima que, neste momento, a amamentação salva a cada ano seis milhões de vidas e pode salvar, no mínimo, um milhão a mais, se a amamentação até pelo menos dois anos (combinado com outros alimentos a partir de seis meses) se tornasse um costume generalizado.

No entanto, as mulheres têm amamentado durante milhões de anos sem saber todas estas "vantagens". E foi, justamente no século que estas vantagens têm sido descobertas, e nos países onde foram descobertas, onde a alimentação artificial se estendeu para relegar, faz algumas décadas, o aleitamento materno a uma situação quase anedótica da qual, felizmente, já esta se recuperando.

Temos de fugir da visão reducionista que vê a amamentação como uma ferramenta de saúde, como "o melhor alimento e remédio ideal", uma posição que muitas vezes leva à promoção do aleitamento materno como um direito (pior ainda, um "dever sagrado") da mãe. Amamentar é muito mais importante, muito mais profundo e mais poderoso do que um alimento ou medicamento.

Os argumentos médicos são os únicos, por exemplo, no caso das vacinas. Nós usamo-los apenas porque protegem contra a doença, que é a razão pela qual os profissionais as recomendam, o governo as distribui e as administram os pais. Ninguém usaria uma vacina se não acreditasse que protege contra uma doença.


Mas a amamentação é muito mais. Isto é o que a mãe e a criança estão preparadas para fazer instintivamente. Basta deixar o recém nascido no corpo da mãe, em contato pele a pele durante, pelo menos, um par de horas, e quase todos espontaneamente rastejam em direção ao peito e começam mamar.

A amamentação é uma demonstração física de afeto, como beijos ou carícias; é contato contra a solidão, conforto para o sofrimento, um momento de calma no turbilhão do dia. É o orgulho de se sentir única, insubstituível, plena, triunfante perante os obstáculos, adorada por seu filho.

Amamentar não é um dos sacrifícios que fazemos para prolongar a vida, senão uma das razões pelas quais queremos viver. Não é um meio para um fim, mas um fim em si.

Temos que reconhecer que os argumentos que motivam um médico ou um planejador de saúde para recomendar a amamentação não são as mesmas que levam uma mãe a amamentar. A maioria das mães que amamentam seus filhos, o fazem sem ter recebido a indicação do seu médico. Ou ainda, infelizmente, o fazem contra o conselho de seu médico.

Rotinas hospitalares obsoletas, a separação após o nascimento, o uso desnecessário de suplementos de leite artificial, as absurdas limitações de horários, freqüências e duração das mamadas, a obsessão para que toda criança ganhe peso acima da média (uma impossibilidade matemática) e falta de formação de muitos profissionais na hora de ajudar a resolver as dificuldades da amamentação (rachaduras, infecções, baixo ganho de peso...) têm feito que muitas mães percam esta importante etapa de suas vidas. Erros que tiveram conseqüências ainda mais graves quando as práticas ocidentais foram levadas para os países em desenvolvimento.

A recuperação da amamentação não vai acontecer convencendo as mães de suas vantagens, senão mudando as práticas hospitalares ("Hospital Amigo das Crianças"), melhorando a formação dos profissionais, fornecendo informações práticas, promovendo grupos de ajuda mútua, impedindo à indústria a propaganda enganosa e ampliando a licença de maternidade e outros direitos das mulheres que trabalham fora de casa".

domingo, 1 de mayo de 2011

O que fazem as mães... Principalmente quando parece que não fazem nada

Em esses dias difíceis, desgastantes, sozinha com os meus filhos aqui em casa (como é habitual), costumo desabafar com a minha mãe a través do Skype. Eu lembro com clareza de um dia que eu falava assim para ela: “mãe, não consigo fazer nada, não consigo estudar para as provas, não consigo cozinhar, a casa esta daquele jeito... nem consigo brincar com eles direito”.

Minha mãe aquele dia conseguiu me acalmar com uma frase só, uma frase falada desde a experiência de uma mulher que criou 9 filhos. Ela disse assim: “você fala que não faz nada, mas cuidando e criando aos seus filhos você esta fazendo a carreira mais importante da sua vida”.

Eu senti meu esforço diário reconhecido (aliás, reconhecida pela minha mãe é muito mais do que reconhecida por qualquer outra pessoa), me senti reconfortada, e deixei de pensar que eu “não estava fazendo nada”. Pois estava fazendo, sim, coisas bem importantes.

Mas como é importante esse reconhecimento... assim como a falta dele, quando os outros (as vezes dentro de casa até) realmente pensam, de fato, que uma mãe “não esta fazendo nada” enquanto cuida dos seus filhos.

Visando o meu trabalho sobre a solidão das mães na sociedade atual, me foi fortemente recomendado um livro que ainda não comprei, mas sobre o qual já consegui pesquisar um pouco. Achei ótimo e, com certeza, muito indicado para todas vocês, mães, agora que chega a comemoração oficial do nosso dia...


Eu traduzi um fragmento do livro, “O que fazem as mães... Principalmente quando parece que não fazem nada”, da Psicoterapeuta Naomi Stadlen.

Espero que se sintam identificadas, valorizem seu trabalho diário e possam comemorar com mais consciência e orgulho ainda.

Parabéns a todas!!




A maioria das pessoas concorda com que ser mãe é um trabalho árduo. Mas qual é exatamente o trabalho de uma mãe? Em isso há menos acordo. As pessoas parecem pensar que cuidar de um bebê não tem nada a ver com o trabalho que é suposto para ser mãe.

Por exemplo, imagine uma mãe que está lavando a roupa de seu bebê. Sabe que o seu filho está dormindo, mas pode acordar a qualquer momento. De fato, alguns minutos depois a criança começa a chorar, então a mãe seca as suas mãos e vai rapidamente pegá-lo. Parece que ele esteja alterado, assim que o nina por um tempo. Então se pergunta se talvez ele tivesse tido um sonho ruim e começa a cantar uma música que gosta e consegue animá-lo. Qual dessas atividades é o seu trabalho?

A maioria das pessoas diria que para lavar as roupas é o seu trabalho, e que ao pegar seu bebê teve que parar de trabalhar. As mães muitas vezes falam de um doloroso sentimento de "fracasso" nos momentos em que, se prestarmos atenção, nós percebemos que elas estão cuidando de seus filhos. O outro também é verdadeiro.

Quando uma mãe está ocupada com tarefas concretas e visíveis, mas de aparência secundária respeito das tarefas maternas, é provável que ela e outros digam que ela esta "conseguindo trabalhar."

Hoje, uma mãe pode se sentir muito sozinha. A maioria das pessoas não estão cientes do que ela faz. Isto não é porque a maternidade mudou. Os elementos essenciais da maternidade parecem estar inalterados. Mas o mundo que rodeia a mãe está sempre mudando.

No entanto, as mães não podem deixar um vácuo social. Ser mãe é uma função privada e social. Cada mãe constrói uma ponte que liga o seu filho com a sociedade que todos nós compartilhamos. Se é uma boa ponte, o seu filho pode usá-la para acessar o mundo exterior. Essa ponte é baseada no seu relacionamento. Se você consegue se relacionar bem com seu filho, ele terá a oportunidade de se tornar uma pessoa que vai se relacionar bem com a gente. O conjunto da nossa sociedade depende de como cada mãe e filho se relacionam. Esse é o trabalho materno.

A maioria das mães estão muito preocupadas com que as pessoas ao seu redor aprovem aos seus filhos. A resposta casual de uma outra pessoa pode afetar a mãe durante o dia todo. Mas como as pessoas podem comunicar suas reações de forma responsável, se eles não percebem o que uma mãe faz ao cuidar de seu filho? Não que eles não se importem.

A maioria das pessoas tem uma opinião muito clara sobre como devemos educar nossos filhos. Mas quando eles vêem uma mãe sentada tranquilamente com seu bebê, não conseguem ver nada específico. Não é a idéia que tem a maioria das pessoas do trabalho de uma mãe.

Esta falta de compreensão é mais evidente se considerarmos uma criança um pouco mais velha. Por exemplo, podemos observar uma mãe e seu filho em um supermercado. A mãe está lidando com isso de várias maneiras ao mesmo tempo. Ela esta mostrando o comportamento considerado adequado para um garoto da sua idade, em um lugar público. Está demonstrando também como se comportar em um supermercado ao dizer-lhe para não jogar as coisas fora das prateleiras e que não é para encher a cesta com tudo o que tenha ao alcance da mão, senão que os produtos são escolhidos e pagos por eles.

Ela está mostrando para ele seus valores pessoais para comprar, por exemplo, através de cálculo de preços, ou dando prioridade à velocidade e mostrando como ela se relaciona com os funcionários. Não sendo ensinado em sentido estrito, mas compartilhando seu mundo com ele, e isso é desgastante. Tudo custa o dobro do tempo, e deve continuamente desviar a atenção do mundo dos adultos de compras, para o mundo infantil do pequeno companheiro. Se houver algum conflito, você tem que mediar entre estes dois mundos.

Mas agora chegamos a uma falta de compreensão. Se você perguntar para a mãe ao supermercado que eles estão fazendo, certamente responderia: "compra". Se perguntarmos aos outros compradores e aos funcionários o que eles acham que está fazendo a mãe, a maioria diria "comprar". No entanto, a mãe está fazendo dois trabalhos, não apenas um.

O segundo é um trabalho silencioso, que deriva do primeiro. Ele não tem um nome específico. Quando uma criança começa a escola, os professores falam sobre a importância da "socialização". No entanto, quando uma mãe socializa a criança de forma gradual fazendo muitas outras coisas, não é levado em conta, porque todo mundo pensa que esse ato é apenas "comercial".

Se a atividade da mãe limita-se a "comprar", entao a companhia de seu filho vira um impedimento. Ela a força a ir mais devagar e a impede de fazer as coisas com a sua habitual eficiência. Mas se nós reconhecemos que tudo isso é parte de seu trabalho, podemos redefinir a sua tarefa de "cuidar e comprar." Isso daria ao seu filho uma posição legítima em suas ações. Ele explica também que uma mãe possa ficar tão cansada e irritada após a compra. Dois trabalhos são mais do que um.

E é ainda mais difícil se você ignorar o segundo e acredita ter feito apenas o primeiro. Em vez de estar satisfeita por ter combinado duas funções razoavelmente bem, geralmente acaba com raiva de si mesma por ter feito apenas uma, e aparentemente errada.

Quando a mãe e o filho chegam em casa, costumam aparecer outros exemplos dessa falta de entendimento. Quando ela faz compras, vê os resultados de seus esforços. Mas olhando para o seu filho, você não vê uma grande mudança. Você tentou ser paciente com ele, mas parece cansado e irritado, e ele pode estar com fome. O que tem servido todos os esforços maternos?

Como uma mãe lamentou: "Quando você está trabalhando, você sabe o que você fez durante o dia. Você tem feito muitas ligações, escreveu muitas cartas e conta com provas de tudo isso. Mas quando eu olho meu filho, depois de trabalhar o dia todo, eu penso: Onde está a diferença? Para onde foi todo o meu esforço materno?”Não desapareceu, mas é difícil de reconhecer. É lá, na frente dela. Seu filho está com raiva, neste caso, pode ser porque ele tem cuidado bem. Não está zangado com ela, mas para ela. A diferença é crucial, mas fácil de entender mal. Uma criança irritada depende de sua mãe, e espera coisas dela. Espera mais dela do que de outros porque ela esta perto dele e parece que tem mais capacidade de compreendê-lo. Normalmente ele tem certeza de que sua mãe vai resolver tudo.

"Um bebê que chora muito pode fazê-lo porque tem uma relação estreita com a mãe”, apontavam dois perspicazes pesquisadores de um hospital de Londres. Mas isso vai contra uma suposição cultural generalizada segundo a qual, se um bebê chora muito e uma criança faz birra para sua mãe é porque o relacionamento é ruim. Portanto, infelizmente, a maioria das mães não consideram como um elogio que os seus filhos chorassem ou ficassem zangados. Raiva infantil, que poderia indicar o quanto eles confiam em suas mães, muitas vezes é interpretado como evidência de falha materna.

Os bebês normalmente não confirmam que as mães fazem as coisas direito. Para tranqüilizar a mãe que seu filho, ocasionalmente, poderia dizer: "Se anima, mãe! Você está se relacionando muito bem comigo”. Mas os bebês não podem fazer isso. A mãe pode se sentir muito sozinha e incompreendida nessas primeiras semanas. (...)

Uma intensa desorientação
As frases mais repetidas pelas mães são "não faço nada" e "não consigo fazer nada". Assim é como elas descrevem a sua experiência. Devemos ouvir cuidadosamente e perguntar o que significa "fazer nada". Antes era suposto falta de "fazer algo". Mas ouvir o que as mães dizem, parece que é uma experiência em si. (...)

Quando a mãe considera sua maneira de usar o tempo como "não fazer nada" é incapaz de ver o que ele faz como parte de uma mudança desejável e significativa. Como não há mudança, pode pensar que a ação (ou omissão) para ficar com seu bebê materno não tem valor.

Isto contrasta com a opinião popular que as mães estão sempre ocupadas. A "mãe ocupada" é quase um clichê. Esse termo sugere uma série de ações úteis e visíveis. Mas a vida de um bebê durante os primeiros seis meses não pode ser ativa em absoluto. É geralmente lenta.

Por exemplo, uma mãe não pode apertar um botão para a aceleração quando estiver amamentando seu filho. Ele mama, pára, olha para sua cara por um tempo, continua mamando, fecha os olhos e adormece, mas acorda imediatamente para continuar mamando se ela se move. Ocupada? Até a sua mente parece ir devagar. Mais tarde ela pode ficar um pouco ocupada limpando, organizando e fazendo ligações. Mas estas ações são menos relacionadas com o fato de ser uma mãe. Têm mais a ver com o cuidar da casa, o resto da família e de si mesma.

Todo esse tempo ela permanece com o seu bebê. Esse relacionamento invisível é que a faz pensar que "não faz nada". Em vez de lidar com uma longa lista de tarefas, reduziu o seu ritmo de vida para se adaptar ao seu bebê. Para alguém acostumado com a velocidade da vida urbana, o contraste é enorme.

Ela também tem que renunciar à sua consciência ativa e ter acesso a alguma coisas mais simples e mais antiga para abordar o mundo com seu bebê. Não é fácil. No entanto, aí achamos a chave para essa relação transcendental entre os dois. Longe de ficar fazendo nada, está fazendo tudo.
Site oficial: Naomi Stadlen